História

h_6Crescimento da participação do público. No período que compreende 2001 e 2003, o Jesus Vida Verão passou por sua maior provação. O evento crescia abençoando vidas, restaurando famílias e afastando as pessoas dos vícios. No entanto, na contra-mão dos fatos, o Ministério Público Estadual, amparado por reclamações de um pequeno grupo de pessoas da comunidade, ingressou com um processo para impedir a realização do evento. Foram duas tentativas consecutivas sem sucesso: em 2002 e 2003.

No ano de 2002, a decisão de 1ª instancia foi proferida somente dois dias antes do início do evento, numa tentativa de frustrar qualquer reação dos organizadores. No entanto, em caráter extraordinário, o então vice-presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Exmo. sr. Sérgio Bizotto, suspendeu a liminar poucas horas antes do início da programação, considerando a abrangência do evento e sua legitimidade.

“Na quarta-feira à tarde quando recebemos a notícia, foi preciso muita fé para continuar a montagem do palco e ter a certeza de que aquela situação iria, de alguma forma, ser revertida. A ação da área jurídica do evento foi fundamental naquele momento, mas, certamente, se não fosse a mão de Deus o JVV não teria acontecido em 2002. No final, tudo serviu para confirmar o que já sabíamos: o Jesus Vida Verão continuava sendo parte do plano de Deus para abençoar e resgatar vidas naquele lugar.”

“Para nós que vemos milagres acontecerem em cada edição do JVV, que vemos ainda um evento onde não há alcoolismo, baderna, confusão, um evento que termina rigorosamente dentro do prazo estabelecido por lei para o silêncio, que une famílias, enfim, foi muito triste deparar-nos com uma ação judicial para impedir algo que só tem o objetivo de abençoar as pessoas”.

Apesar de todas as lutas, outra grande vitória: a Lei Municipal nº 3867 do ano de 2001, inseriu o Jesus Vida Verão no calendário oficial do município de Vila Velha, fixando sua realização no mês de janeiro e sua realização nas areias da Praia da Costa.